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Entrevistas sobre a produção de Bleach: Guerra Sangrenta dos Mil Anos

  Dublador de Ichigo, Morita, diretor do anime, Taguchi, e Tite Kubo falam da abertura do primeiro cour do Anime Morita: A primeira vez que vi foi na gravação no estúdio, e lembro-me de ter ficado surpreso com as próprias imagens elegantes. Os tons de cinza, rosa e branco, o contraste e o esquema de cores são lindos e bonitos, e a expressão de gradação é muito rica e agradável. "Essa é a abertura de um anime?" eu estava espantado! Kubo: O timing do storyboard. Eu sabia que ia ser interessante no momento em que vi. Eu estava realmente ansioso para ver o produto acabado, porque eu tinha apanhado algumas flores que nunca tinha visto em aberturas anteriores. Foi isto idéia do diretor Tagushi? Taguchi: Taguchi: Sim. Quando pensei em como diferenciá-la das aberturas anteriores, eu me perguntei se  poderia diferenciá-la incorporando flores. As aberturas anteriores foram legais, mas achei que o tema da batalha seria inevitavelmente semelhante. A composição é tal que muitos personagen...

O baralho que marcou nossos corações!

Kazuki Takahashi na Comic Con em 2015 - Foto: Jody Cortes/Divulgação No dia 07 de julho foi encontrado morto o autor da série Yugioh, cuja causa ainda está sendo investigada. Kazuki Takahashi não imaginava o impacto   que sua obra ia gerar no imaginário de milhares de crianças e adolescentes que adotaram o jogo de cartas do anime como passatempo principal nos intervalos das aulas nos longínquos anos 2000. A trama liga a história do grande Faraó com um jovem, Yugi Muto, por meio de um enigma misterioso encontrado pelo avô de Yugi. Dado esse acontecimento se sucede novas e envolventes aventuras que colocam em xeque Yugi e seus amigos, relacionando o passado do Faraó ao presente. O anime de Yugioh foi exibido pela primeira vez em 1997 pela Toei, mas o sucesso só chegaria na segunda versão em 1999, cuja produção foi da Nihon e animada pela Studio Gallop, gerando jogos de vídeo game, derivações da série que hoje totalizam 6 spin-offs e o jogo de baralho que virou febre por onde pass...

Conheça Kunihiko Ikuhara, o revolucionário diretor de anime

  O Texto a seguir foi postado no  Reddit . O mesmo foi apresentado a mim por um dos escritores aqui do blog, Sorin, e traduzido pelo Gustavo, outro escritor daqui, todos os créditos são deles.  I. Inicio Kunihiko Ikuhara é uma figura sempre presente na indústria de anime, simultaneamente uma amada mente criativa e um criador desdenhoso com uma atitude ruim. Ele é muito difícil de trabalhar e muitas vezes tira sarro de entrevistas com pouca consideração às expectativas sociais. Sua série visa empurrar os limites sociais, sexuais e filosóficos com uma natureza perfeccionista esmagadora. Isso levou a uma biblioteca muito pequena de trabalho, mas uma grande influência em toda a indústria. II. A diva Sua inspiração e desenhos são, como Anno ou Oshii, não centrados no Anime, mas vêm de outros meios. Com cada trabalho de vanguarda, ele se esforça para mudar e romper o status quo do anime, tanto na visão quanto no escopo. Durante seus dias de faculdade, Ikuhara estava fortemente...

Recomendações de canais de anime

  Com a indústria de anime crescendo rapidamente diversos canais de anime também surgiram, no entanto, poucos canais de anime são realmente bons. Grande parte do bom conteúdo que aborda o anime e mangá vem de canais de anime dos Estados Unidos, no Brasil a coisa é muito diferente, temos poucos canais bons de anime e mangá, com isso em mente eu trouxe alguns canais brasileiros que considero bons. Segue a lista: 1 - Anime Trip.  Criado e apresentado por Renan Canvas, o Anime Trip dedica-se a diversos temas envolvendo o anime e mangá, alguns deles são debate sobre os temas das obras, análise de personagens e vídeos apresentando conceitos e dicas de construção de roteiro. Enfim, é um canal cheio de conteúdo de primeira linha. 2 - Narrativando.  Apresentado pelo "Narrador". O Narrativando é um canal que se dedica unicamente a análise da narrativa de anime e mangá. Ele também dá dicas e ensina sobre roteiro para quem deseja criar uma boa história. 3 - Tsuzuku.  O Tsuzuku t...

Comprem livros das editoras, não da Amazon

    Amazon, quem nunca ouviu esse nome? Se você faz compras onlines com certeza já ouviu esse nome, talvez até compre regularmente coisas no site da Gigante Varejista. Pois bem, como você pode ler no título do artigo, estou lhe pedindo para não comprar livros na Amazon, não sei se você compra livros, mas se os compra, por favor, passe a comprar eles no site das editoras que os publicaram. Talvez você pergunte-se "Por que eu faria isso?", bem, vou tentar lhe dizer o porquê de eu estar lhe pedindo isso.   Saiba os motivos para não comprar livros na Amazon.  Não irei direto ao ponto, deixe eu contar uma história - breve, talvez? -. Anos atrás, acredito que por meados de 2018, vi uma notícia em que na França havia sido aprovado uma lei de preço fixo para venda de livros, justamente para impedir a Amazon de vender livros por preços muito baixo. Em minha vasta ignorância, além de ter dado risadas da decisão de Macron aprovar tal lei, eu sequer pensei em ler a matéria. Um h...

Reflexão sobre uma possível solução para nosso mercado de mangá

  Após assistir o vídeo de Leonardo Kitsune falando sobre nosso mercado de mangás, fiquei refletindo um pouco sobre o que ele falou, acredito ter pensado em uma pequena solução para um dos problemas, supondo que exista mais de um, para o mercado de mangás nacional. Kitsune descreveu muito bem como funciona o processo para nós comprarmos um mangá: primeiro consumimos o anime, caso viemos a gostar deste, passa-se a leitura online do material original, e por fim, do mangá online iremos comprar a versão física. Isso é o processo que ocorre para um consumidor de anime comprar um mangá. Mas onde está o problema? O problema está nas edições de mangás. O mangá físico é a última coisa que se consome, assim descrito anteriormente, no nosso ciclo de consumo de cultura japonesa. Sendo assim, nós queremos edições bonitas: capa dura, papel da melhor qualidade, capa bonita, queremos uma edição de colecionador. Para o quê? Para guardamos.  Mas porque queremos guardar? É muito simples: queremo...

Satsuriku Morph: Terror sem limites

  Autor: Hokazono Masaya  Arte: Koike Nokuto        Sinopse: Atormentada por visões de um psicopata depois de um massacre em uma rua movimentada no centro de Ikebukuro, Madoka deve questionar a sua própria sanidade quanto a saber se o que ela está vendo que realmente está acontecendo.  Essa obra eu defino em uma palavra: complicada, sério, se você não gosta de histórias que trazem em cada capítulo mais e mais questionamentos sobre tal acontecimento é melhor passar longe, sem dúvida poucos conseguirão ir além dos primeiros capítulos e entender (ou tentar) a mensagem do autor.     Satsuriku é claramente uma alegoria ao impor sobre nós o nosso pior pesadelo, nos colocando sempre em perigo eminente, nem as autoridades criadas para proteger nossa integridade são capazes de conter essa fúria, é aí que o desespero faz as melhores criaturas se tornarem vis e não poupar esforços ao expulsar o agente do caos. Um exemplo disso é um personagem ...