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| Kazuki Takahashi na Comic Con em 2015 - Foto: Jody Cortes/Divulgação |
No dia 07 de julho foi encontrado morto o autor da série Yugioh, cuja causa ainda está sendo investigada. Kazuki Takahashi não imaginava o impacto que sua obra ia gerar no imaginário de milhares de crianças e adolescentes que adotaram o jogo de cartas do anime como passatempo principal nos intervalos das aulas nos longínquos anos 2000.
A trama liga a história do grande Faraó com um jovem, Yugi Muto, por meio de um enigma misterioso encontrado pelo avô de Yugi. Dado esse acontecimento se sucede novas e envolventes aventuras que colocam em xeque Yugi e seus amigos, relacionando o passado do Faraó ao presente. O anime de Yugioh foi exibido pela primeira vez em 1997 pela Toei, mas o sucesso só chegaria na segunda versão em 1999, cuja produção foi da Nihon e animada pela Studio Gallop, gerando jogos de vídeo game, derivações da série que hoje totalizam 6 spin-offs e o jogo de baralho que virou febre por onde passou.
| Essas duas imagens explicam porque a versão da Toei não caiu no gosto do público. |
Yugioh caiu no gosto popular devido a simplicidade do jogo, cujas regras são dividas em poucas etapas, em resumo, cada jogador começa com 4000 mil pontos de vida e o seu objetivo é zerar os pontos de vida do adversário, contando com o leque de monstros e estratégias a disposição para vencer. Também não podemos nos esquecer dos protagonistas da história e dos monstros lendários que todo marmanjo consegue relembrar mesmo quase duas décadas da primeira exibição do anime no Brasil. Vamos lá! O objetivo de muitos era completar Exódia ou encontrar os três Deuses Egípcios e exibir com todo orgulho para os coleguinhas enciumados.
Mesmo que passado despercebido, Takahashi também deixou uma mensagem importante, usando das provações passadas pelo protagonista, o homem pode se transformar e contando com o apoio de aliados e acreditando em si mesmo é possível alcançar grandes feitos.
Como toda criança que acompanhou a avalanche Yugioh, guardo com carinho os momentos que tive com meus amigos, comprando, trocando e ganhando cartas nos recreios jogando bafo. Que todos os leitores possam pelo menos imaginarem a alegria que foi estar no meio disso!

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