![]() |
Autor: Hokazono Masaya Arte: Koike Nokuto |
Sinopse:
Atormentada por visões de um psicopata depois de um massacre em uma rua
movimentada no centro de Ikebukuro, Madoka deve questionar a sua própria
sanidade quanto a saber se o que ela está vendo que realmente está acontecendo. Essa obra
eu defino em uma palavra: complicada, sério, se você não gosta de histórias que
trazem em cada capítulo mais e mais questionamentos sobre tal acontecimento é
melhor passar longe, sem dúvida poucos conseguirão ir além dos primeiros
capítulos e entender (ou tentar) a mensagem do autor.
Satsuriku
é claramente uma alegoria ao impor sobre nós o nosso pior pesadelo, nos
colocando sempre em perigo eminente, nem as autoridades criadas para proteger
nossa integridade são capazes de conter essa fúria, é aí que o desespero faz as
melhores criaturas se tornarem vis e não poupar esforços ao expulsar o agente do caos. Um
exemplo disso é um personagem procurar ajuda de marginais, que outrora são
vistos como perigosos se transformarem em heróis para salvarem nosso comodismo
habitual. O serial killer é visto como uma ilusão por muitos, esses querem se
afastar da verdade, ela é dolorosa demais para ser real, como isso é possível,
que tal agente possa existir e passar por aí sem nada para contê-lo?
A sacada de
Hokazono é escolher uma jovem como a solução para restituir a paz, como uma
menina frágil seria capaz disso?! É aí que a natureza da jovem não se revela
pequena e dócil, mas poderosa e sangrenta, o mal está presente em todos nós,
mesmo numa criatura tão pura encontramos o mal esperando a chance de aparecer, foi o contexto de medo e caos que
trouxe a nova natureza da garota, sobre o pretexto de ajudá-la a compreender o que tinha acontecido.

Comentários
Postar um comentário